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Ex-presidente Dilma vota com tumulto na Zona Sul de Porto Alegre

Dilma recebe flores antes de votar em Porto Alegre (Foto: Daniel Favero/G1 )

02/10/2016

Brigada Militar impediu entrada de imprensa e eleitores na hora do voto.
Ex-presidente foi recebida por apoiadores e ganhou flores.

A ex-presidente Dilma Rousseff votou em Porto Alegre na tarde deste domingo (2) na Escola Santos Dumont, na Vila Assunção, Zona Sul. Na chegada dela ao local, pouco depois das 13h, houve um tumulto, controlado pouco tempo depois. 

O candidato a prefeito da capital pelo PT, Raul Pont, a acompanhou, assim como o ex-ministro Miguel Rosseto e o deputado federal Henrique Fontana.

Tumulto marca votação de Dilma em Porto Alegre (Foto: Daniel Favero/G1 )

Desde cedo, apoiadores de Dilma começaram a se reunir em frente à escola. Viaturas da Brigada Militar foram até o local para reforçar a segurança. Quando a ex-presidente chegou, a multidão a cercou. Simpatizantes fizeram selfies e entregaram flores para ela. Alguns militantes gritavam: "Fora, Temer" e "Dilma guerreira".

Juiz eleitoral Niwton Carpes fala sobre a confusão 
(Foto: Daniel Favero/G1)

Antes de entrar na escola, Dilma disse que essa eleição "vai surpreender", e recebeu flores de uma militante que estava em frente ao local.

Em meio à aglomeração de pessoas, um princípio de tumulto se armou. A imprensa não foi liberada para entrar na escola e acompanhar a votação. Alguns eleitores também acabaram barrados, e um empurra-empurra começou. Um vidro da janela da entrada foi quebrado.

Dilma votou no começo da tarde em Porto Alegre
(Foto: Ademir Medeiros/Arquivo Pessoal)

No momento da confusão, Miguel Rossetto tentou dialogar com policiais, e reclamou da ação. "Foi um absurdo, um escândalo, empurram várias pessoas", relatou.

"A ordem era minha, impedindo o acesso, estava havendo um movimento político aqui, que é incompatível com o livre acesso, com a liberdade do voto e não vamos tolelar isso. Por isso que fizemos essa barragem aqui na entrada do colégio, para evitar o tumulto maior. Inclusive quebraram a porta do colégio, imagina se tivessem entrado?", argumentou o juiz eleitoral Niwton Carpes da Silva, que tomou a decisão de impedir a entrada na hora da votação de Dilma.

De acordo com o juiz, Dilma votaria como qualquer outro cidadão, e por isso a imprensa não poderia acompanhar o momento em que ela registrava o seu voto.

Indagada sobre a justificativa do juiz eleitoral Dilma afirmou: “olha minha querida, que eu sou uma cidadã comum, sou com muito orgulho, tem que ter orgulho de ser cidadão ou cidadã neste país".

Mais cedo, Dilma andou de bicicleta, como de costume. No começo de setembro, após o impeachment, a ex-presidente passou a morar em Porto Alegre, onde vive parte da família dela.

Ex-presidente com as flores que ganhou de simpatizantes 
(Foto: Itamar Aguiar/Agência Free Lancer/Estadão Conteúdo)
Segurança foi reforçada no local de votação de Dilma Rousseff (Foto: Daniel Favero/G1)

Fonte: G1

Senado aprova impeachment de Dilma, e Temer é efetivado presidente do Brasil


31/08/2016

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT), afastada do cargo desde maio, foi condenada nesta quarta-feira (31) pelo Senado no processo de impeachment por ter cometido crimes de responsabilidade na condução financeira do governo. O impeachment foi aprovado por 61 votos a favor e 20 contra. Não houve abstenções.

Em outra votação, Dilma conseguiu manter os direitos políticos. Não foram alcançados os 54 votos necessários para que ela perdesse o direito a ocupar cargos públicos: foram 42 votos a favor da perda; 36 contrários e 3 abstenções.

Após o resultado da votação, dezenas de senadores e deputados presentes ao plenário do Senado comemoram com palmas e cânticos. Um grupo favorável ao impeachment entoou um trecho do Hino Nacional. Entre os que lideraram o coro estava Ronaldo Caiado (DEM-GO). No lado dos que defendiam Dilma, o resultado foi recebido com resignação e sem grandes manifestações de de emoção. A senadora Fátima Bezerra (PT-RN) segurava um cartaz com a foto de Dilma durante seu julgamento na época da ditadura militar.

A decisão abriu caminho para a efetivação de Michel Temer (PMDB) na Presidência da República até 2018. A posse de Temer ocorreu em rápida cerimônia no Senado nesta quarta-feira.

Enquanto Dilma depunha no Senado, Temer participava de cerimônia com
atletas olímpicos no Planalto (
Renato Costa/Folhapress)

Dilma deve ter 30 dias para deixar o Palácio da Alvorada e manterá benefícios destinados a ex-presidentes, como o direito a utilizar funcionários públicos.

Em sua defesa no Senado, Dilma afirmou que não praticou irregularidades e que o impeachment é na verdade um "golpe de Estado" por ser motivado por razões políticas e por não ter existido crimes de responsabilidade em seu governo. Esses argumentos foram repetidos na segunda-feira (29) quando a petista passou 13 horas no plenário do Senado fazendo sua defesa, com um discurso pela manhã e respondendo questões dos senadores até o fim da noite.

O DISCURSO DE DILMA NO SENADO


Do outro lado, senadores que votaram pela condenação afirmam que Dilma foi responsável por graves irregularidades financeiras que contribuíram para aprofundar a crise econômica no país.

Direitos políticos

A manutenção dos direitos políticos preserva o direito de a petista disputar eleições, votar e ocupar postos na administração pública, segundo os apoiadores de Dilma. A questão, no entanto, é polêmica: senadores de oposição levantaram em plenário a questão de que, sofrido o impeachment, Dilma seria enquadrada como ficha suja e, portanto, não poderia se candidatar a cargos elegíveis.

O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), por exemplo, afirmou que o impeachment de Dilma não poderia ser dissociado da inabilitação para ocupação de cargos públicos. Segundo ele, "uma coisa não existe sem a outra". "O fato é o mesmo", afirmou.

Já defesa da presidente defende que a lei da ficha limpa não se aplica nesse caso pois, além de não haver previsão na lei sobre impeachment, quando o Senado rejeitou a proibição de ocupar cargos públicos, punição mais grave, estaria também rejeitando a proibição para se candidatar, punição mais específica da lei.  "Ela jamais poderia ser enquadrada na ficha limpa", disse José Eduardo Cardozo, defensor de Dilma no processo.

Manifestações

Desde 2015, o impeachment mobilizou protestos em diversas cidades do país, tanto de defensores de Dilma quanto de manifestantes a favor de sua deposição do cargo.

No início do ano, as manifestações foram ganhando força. Em São Paulo, a maior delas ocorreu em 13 de março, reunindo 500 mil pessoas na avenida Paulista para protestar contra Dilma. Segundo o jornal "Folha de S.Paulo", o ato superou em público a principal manifestação pelas Diretas Já, realizada em 1984 no Vale do Anhangabaú. Naquele dia ocorreram manifestações em todos os Estados e também no Distrito Federal.

Grandes atos pelo país se repetiram em 18 e 31 de março, 12 de abril, 16 e 20 de agosto. Um dos maiores atos contra o impeachment foi realizado no dia 31 de março e reuniu ao menos 146 mil pessoas em 25 Estados e no Distrito Federal, segundo números oficiais da Polícia Militar. Segundo organizadores, o público passou de 800 mil. 

Os atos pelo impeachment de Dilma bateram recorde de manifestantes 
nas ruas do país (Miguel Schincariol/AFP)

Qual foi o crime de Dilma?

Dilma foi condenada pelas "pedaladas fiscais" do Plano Safra e por ter publicado três decretos que ampliaram a previsão de gastos do Orçamento sem autorização do Congresso Nacional.

Para que a punição seja a cassação do mandato, como no caso de Dilma, as condutas precisam estar descritas como crime de responsabilidade na Lei do Impeachment. Esse não é um tipo comum de crime, mas o único tipo de infração política que autoriza o impedimento.

"Pedalada" é como ficou conhecida a prática de atrasar o repasse de dinheiro a bancos públicos responsáveis por programas federais. O TCU (Tribunal de Contas da União) entendeu que os atrasos, na prática, são um tipo de empréstimo dos bancos ao governo, o que é proibido por lei.

No Plano Safra, o governo atrasou pagamentos ao Banco do Brasil em valores que chegaram a R$ 13,5 bilhões em junho de 2015 e caíram a R$ 3,4 bilhões em dezembro do mesmo ano, segundo dados do Banco Central.

A defesa da presidente afirma que os atrasos não podem ser entendidos como um tipo proibido de empréstimo porque acontecem desde governos anteriores, apesar de terem usado isso em menor volume.

O Ministério Público Federal também entendeu que não houve empréstimos ilegais no Plano Safra e arquivou uma investigação criminal sobre o caso, mas ainda apura se houve improbidade administrativa por supostamente ser uma prática com o objetivo de "mascarar" a falta de dinheiro em caixa do governo.

No caso dos decretos, a decisão do Senado diz que a irregularidade foi ter publicado autorizações para mais gastos públicos sem autorização do Congresso, o que seria conseguido se os créditos ao orçamento fossem aprovados por projeto de lei.

A exigência de aval do Congresso seria obrigatória porque, quando os decretos foram editados, em julho e agosto de 2015, o governo sofria dificuldades para cumprir a meta fiscal, que é a economia nos gastos prevista em lei para pagar juros da dívida pública.

A defesa da presidente afirma que a própria lei do Orçamento dava autorização para a publicação dos decretos, pois naquele momento o governo promovia um corte de despesas para cumprir a meta fiscal de cerca de R$ 70 bilhões. Os três decretos ampliaram a previsão de gastos em R$ 1,75 bilhão, segundo perícia técnica do Senado. O valor corresponde a 0,15% de todos os gastos federais em 2015 (sem incluir o pagamento dos juros da dívida).

Dilma nega ter cometido um crime. A agora ex-presidente afirma que o entendimento de que a prática seria um tipo ilegal de operação de crédito só foi fixado pelo TCU (Tribunal de Contas da União) no final de 2015 e que os atrasos aos bancos já ocorriam em governos anteriores. A petista também afirma que o Plano Safra do Banco do Brasil não era administrado diretamente por ela, o que excluiria a possibilidade de ela ser condenada pelas pedaladas fiscais.

Oito meses da batalha do impeachment

O processo contra Dilma foi aberto no começo de dezembro pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que também é alvo de pedido de cassação. 

Adversário declarado do governo, Cunha anunciou a abertura do processo poucas horas depois de a bancada do PT confirmar que votaria a favor da cassação do peemedebista no Conselho de Ética da Câmara. O fato levou a defesa de Dilma no Senado a afirmar que houve "desvio de poder" no ato de abertura do processo, que teria sido motivado por vingança de Cunha.

O deputado do PMDB nega ter havido retaliação, mas citou a abertura do impeachment como o "marco" de sua gestão na presidência ao apresentar sua carta de renúncia ao cargo. 

Em abril, a decisão de Cunha foi confirmada pelo plenário da Câmara por 367 votos a favor do impeachment e 137 contrários, em sessão que chamou a atenção pelas justificativas de voto dos deputados, em que expressões como "família" e "Deus" tiveram mais menções que "crime de responsabilidade". 

CÂMARA APROVA ABERTURA DO IMPEACHMENT E PLENÁRIO COMEMORA COM HINO


Na prática, a Câmara autorizou que a presidente pudesse ser julgada pelo Senado. Mas, apenas em 12 de maio, o Senado aprovou a abertura do processo, o que determinou o afastamento temporário de Dilma do cargo. 

Lava Jato

Enquanto ocorria a fase de investigação no Senado, vieram a público os áudios de conversas nas quais o senador Romero Jucá (PMDB-RR), um dos principais articuladores do impeachment no Senado, aparentemente sugere que a troca de comando no governo federal seria o caminho para um pacto capaz de deter a Operação Lava Jato.

Em maio, o Senado aceitou o pedido de abertura do processo por 55 a 22 

(Jonas Pereira/Agência Senado)

"Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria", diz Jucá em diálogo travado semanas antes da votação do impeachment na Câmara com o ex-presidente da Transpetro e delator na Lava Jato Sérgio Machado. Jucá negou a intenção de obstruir a Lava Jato e diz que foi mal interpretado nas gravações, reveladas pelo jornal "Folha de S.Paulo". 

A Lava Jato apura um grande esquema de corrupção entre empreiteiras e empresas estatais. A operação foi inicialmente usada como argumento de pressão pelo impeachment, apesar de as investigações alcançarem parlamentares dos principais partidos brasileiros, como PT, PMDB, PSDB e PP, dos quais hoje a maioria apoia o governo Temer.

Próximos passos

A defesa da presidente afastada já prepara um recurso ao STF (Supremo Tribunal Federal) para questionar a eventual confirmação do impeachment da petista no Senado. Os estudos sobre a peça, que tende a ser um mandado de segurança, estão adiantados. O trabalho é feito pelo ex-ministro José Eduardo Cardozo e uma equipe que o auxilia no trabalho de defender Dilma.

Juristas ouvidos pelo UOL apontam três caminhos caso a petista queria recuperar o mandato na Justiça: além de solicitar que o STF (Supremo Tribunal Federal) julgue o mérito do caso (se houve ou não crime de responsabilidade), ela poderia entrar com embargos de declaração, que servem para pedir a revisão de uma decisão; e um pedido liminar de suspensão do processo de impeachment, na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, ligada à OEA (Organização dos Estados Americanos), já feito.

Fonte: UOL


Deputados autorizam impeachment de Dilma, saiba quem votou a favor e contra



17/04/2016

A Câmara dos Deputados autorizou por 367 a 167 o Senado Federal a abrir processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. A votação no plenário aconteceu neste domingo (17) e contou com 511 deputados dos 513 que compõem esta casa legislativa. Para que o processo seguisse adiante, eram necessários 342 votos a favor.

Roraima

ABEL MESQUITA JR. RR DEM Sim
CARLOS ANDRADE RR PHS Sim
EDIO LOPES RR PR Não
HIRAN GONÇALVES RR PP Sim
JHONATAN DE JESUS RR PRB Sim
MARIA HELENA RR PSB Sim
REMÍDIO MONAI RR PR Sim
SHÉRIDAN RR PSDB Sim

Rio Grande do Sul 

AFONSO HAMM RS PP Sim
AFONSO MOTTA RS PDT Não
ALCEU MOREIRA RS PMDB Sim
BOHN GASS RS PT Não
CARLOS GOMES RS PRB Sim
COVATTI FILHO RS PP Sim
DANRLEI DE DEUS HINTERHOLZ RS PSD Sim
DARCÍSIO PERONDI RS PMDB Sim
GIOVANI CHERINI RS PDT Sim
HEITOR SCHUCH RS PSB Sim
HENRIQUE FONTANA RS PT Não
JERÔNIMO GOERGEN RS PP Sim
JOÃO DERLY RS REDE Sim
JOSÉ FOGAÇA RS PMDB Sim
JOSÉ OTÁVIO GERMANO RS PP Sim
JOSE STÉDILE RS PSB Sim
LUIS CARLOS HEINZE RS PP Sim
LUIZ CARLOS BUSATO RS PTB Sim
MARCO MAIA RS PT Não
MARCON RS PT Não
MARIA DO ROSÁRIO RS PT Não
MAURO PEREIRA RS PMDB Sim
NELSON MARCHEZAN JUNIOR RS PSDB Sim
ONYX LORENZONI RS DEM Sim
OSMAR TERRA RS PMDB Sim
PAULO PIMENTA RS PT Não
PEPE VARGAS RS PT Não
POMPEO DE MATTOS RS PDT Abstenção
RENATO MOLLING RS PP Sim
RONALDO NOGUEIRA RS PTB Sim
SÉRGIO MORAES RS PTB Sim

Santa Catarina

CARMEN ZANOTTO SC PPS Sim
CELSO MALDANER SC PMDB Sim
CESAR SOUZA SC PSD Sim
DÉCIO LIMA SC PT Não
ESPERIDIÃO AMIN SC PP Sim
GEOVANIA DE SÁ SC PSDB Sim
JOÃO PAULO KLEINÜBING SC PSD Sim
JOÃO RODRIGUES SC PSD Sim
JORGE BOEIRA SC PP Sim
JORGINHO MELLO SC PR Sim
MARCO TEBALDI SC PSDB Sim
MAURO MARIANI SC PMDB Sim
PEDRO UCZAI SC PT Não
ROGÉRIO PENINHA MENDONÇA SC PMDB Sim
RONALDO BENEDET SC PMDB Sim
VALDIR COLATTO SC PMDB Sim

Amapá

ANDRÉ ABDON AP PP Sim
CABUÇU BORGES AP PMDB Sim
JANETE CAPIBERIBE AP PSB Não
JOZI ARAÚJO AP PTN Não
MARCOS REATEGUI AP PSD Sim
PROFESSORA MARCIVANIA AP PCdoB Não
ROBERTO GÓES AP PDT Não
VINICIUS GURGEL AP PR Abstenção

Pará

ARNALDO JORDY PA PPS Sim
BETO FARO PA PT Não
BETO SALAME PA PP Abstenção
DELEGADO ÉDER MAURO PA PSD Sim
EDMILSON RODRIGUES PA PSOL Não
ELCIONE BARBALHO PA PMDB Não
FRANCISCO CHAPADINHA PA PTN Sim
HÉLIO LEITE PA DEM Sim
JOAQUIM PASSARINHO PA PSD Sim
JOSÉ PRIANTE PA PMDB Sim
JOSUÉ BENGTSON PA PTB Sim
JÚLIA MARINHO PA PSC Sim
LÚCIO VALE PA PR Não
NILSON PINTO PA PSDB Sim
SIMONE MORGADO PA PMDB Não
WLADIMIR COSTA PA SD Sim
ZÉ GERALDO PA PT Não

Paraná

ALEX CANZIANI PR PTB Sim
ALFREDO KAEFER PR PSL Sim
ALIEL MACHADO PR REDE Não
ASSIS DO COUTO PR PDT Não
CHRISTIANE DE SOUZA YARED PR PR Sim
DIEGO GARCIA PR PHS Sim
DILCEU SPERAFICO PR PP Sim
ENIO VERRI PR PT Não
EVANDRO ROMAN PR PSD Sim
FERNANDO FRANCISCHINI PR SD Sim
GIACOBO PR PR Sim
HERMES PARCIANELLO PR PMDB Sim
JOÃO ARRUDA PR PMDB Sim
LEANDRE PR PV Sim
LEOPOLDO MEYER PR PSB Sim
LUCIANO DUCCI PR PSB Sim
LUIZ CARLOS HAULY PR PSDB Sim
LUIZ NISHIMORI PR PR Sim
MARCELO BELINATI PR PP Sim
NELSON MEURER PR PP Sim
NELSON PADOVANI PR PSDB Sim
OSMAR SERRAGLIO PR PMDB Sim
PAULO MARTINS PR PSDB Sim
RICARDO BARROS PR PP Sim
RUBENS BUENO PR PPS Sim
SANDRO ALEX PR PSD Sim
SERGIO SOUZA PR PMDB Sim
TAKAYAMA PR PSC Sim
TONINHO WANDSCHEER PR PROS Sim
ZECA DIRCEU PR PT Não

Mato Grosso do Sul 

CARLOS MARUN MS PMDB Sim
DAGOBERTO MS PDT Não
ELIZEU DIONIZIO MS PSDB Sim
GERALDO RESENDE MS PSDB Sim
MANDETTA MS DEM Sim
TEREZA CRISTINA MS PSB Sim
VANDER LOUBET MS PT Não
ZECA DO PT MS PT Não

Amazonas

ALFREDO NASCIMENTO AM PR Sim
ARTHUR VIRGÍLIO BISNETO AM PSDB Sim
ÁTILA LINS AM PSD Sim
CONCEIÇÃO SAMPAIO AM PP Sim
HISSA ABRAHÃO AM PDT Sim
MARCOS ROTTA AM PMDB Sim
PAUDERNEY AVELINO AM DEM Sim
SILAS CÂMARA AM PRB Sim

Rondônia

EXPEDITO NETTO RO PSD Sim
LINDOMAR GARÇON RO PRB Sim
LUCIO MOSQUINI RO PMDB Sim
LUIZ CLÁUDIO RO PR Sim
MARCOS ROGÉRIO RO DEM Sim
MARIANA CARVALHO RO PSDB Sim
MARINHA RAUPP RO PMDB Sim
NILTON CAPIXABA RO PTB Sim

Goiás

ALEXANDRE BALDY GO PTN Sim
CÉLIO SILVEIRA GO PSDB Sim
DANIEL VILELA GO PMDB Sim
DELEGADO WALDIR GO PR Sim
FÁBIO SOUSA GO PSDB Sim
FLÁVIA MORAIS GO PDT Sim
GIUSEPPE VECCI GO PSDB Sim
HEULER CRUVINEL GO PSD Sim
JOÃO CAMPOS GO PRB Sim
JOVAIR ARANTES GO PTB Sim
LUCAS VERGILIO GO SD Sim
MAGDA MOFATTO GO PR Sim
MARCOS ABRÃO GO PPS Sim
PEDRO CHAVES GO PMDB Sim
ROBERTO BALESTRA GO PP Sim
RUBENS OTONI GO PT Não
THIAGO PEIXOTO GO PSD Sim

Distrito Federal

ALBERTO FRAGA DF DEM Sim
AUGUSTO CARVALHO DF SD Sim
ERIKA KOKAY DF PT Não
IZALCI DF PSDB Sim
LAERTE BESSA DF PR Sim
ROGÉRIO ROSSO DF PSD Sim
RONALDO FONSECA DF PROS Sim
RÔNEY NEMER DF PP Sim

Acre

ALAN RICK AC PRB Sim
ANGELIM AC PT Não
CÉSAR MESSIAS AC PSB Não
FLAVIANO MELO AC PMDB Sim
JÉSSICA SALES AC PMDB Sim
LEO DE BRITO AC PT Não
ROCHA AC PSDB Sim
SIBÁ MACHADO AC PT Não

Tocantins

CARLOS HENRIQUE GAGUIM TO PTN Sim
CÉSAR HALUM TO PRB Sim
DULCE MIRANDA TO PMDB Sim
IRAJÁ ABREU TO PSD Não
JOSI NUNES TO PMDB Sim
LÁZARO BOTELHO TO PP Sim
PROFESSORA DORINHA SEABRA REZENDE TO DEM Sim
VICENTINHO JÚNIOR TO PR Não

Mato Grosso

ADILTON SACHETTI MT PSB Sim
CARLOS BEZERRA MT PMDB Sim
FABIO GARCIA MT PSB Sim
JOSÉ AUGUSTO CURVO (TAMPINHA) MT PSD Sim
NILSON LEITÃO MT PSDB Sim
PROFESSOR VICTÓRIO GALLI MT PSC Sim
SÁGUAS MORAES MT PT Não
VALTENIR PEREIRA MT PMDB Não

São Paulo

ALEX MANENTE SP PPS Sim
ALEXANDRE LEITE SP DEM Sim
ANA PERUGINI SP PT Não
ANDRES SANCHEZ SP PT Não
ANTONIO BULHÕES SP PRB Sim
ARLINDO CHINAGLIA SP PT Não
ARNALDO FARIA DE SÁ SP PTB Sim
ARNALDO JARDIM SP PPS Sim
BALEIA ROSSI SP PMDB Sim
BETO MANSUR SP PRB Sim
BRUNA FURLAN SP PSDB Sim
BRUNO COVAS SP PSDB Sim
CAPITÃO AUGUSTO SP PR Sim
CARLOS SAMPAIO SP PSDB Sim
CARLOS ZARATTINI SP PT Não
CELSO RUSSOMANNO SP PRB Sim
DR. SINVAL MALHEIROS SP PTN Sim
DUARTE NOGUEIRA SP PSDB Sim
EDINHO ARAÚJO SP PMDB Sim
EDUARDO BOLSONARO SP PSC Sim
EDUARDO CURY SP PSDB Sim
ELI CORRÊA FILHO SP DEM Sim
EVANDRO GUSSI SP PV Sim
FAUSTO PINATO SP PP Sim
FLAVINHO SP PSB Sim
FLORIANO PESARO SP PSDB Sim
GILBERTO NASCIMENTO SP PSC Sim
GOULART SP PSD Sim
GUILHERME MUSSI SP PP Sim
HERCULANO PASSOS SP PSD Sim
IVAN VALENTE SP PSOL Não
JEFFERSON CAMPOS SP PSD Sim
JOÃO PAULO PAPA SP PSDB Sim
JORGE TADEU MUDALEN SP DEM Sim
JOSÉ MENTOR SP PT Não
KEIKO OTA SP PSB Sim
LUIZ LAURO FILHO SP PSB Sim
LUIZA ERUNDINA SP PSOL Não
MAJOR OLIMPIO SP SD Sim
MARA GABRILLI SP PSDB Sim
MARCELO SQUASSONI SP PRB Sim
MARCIO ALVINO SP PR Sim
MIGUEL HADDAD SP PSDB Sim
MIGUEL LOMBARDI SP PR Sim
MILTON MONTI SP PR Sim
MISSIONÁRIO JOSÉ OLIMPIO SP DEM Sim
NELSON MARQUEZELLI SP PTB Sim
NILTO TATTO SP PT Não
ORLANDO SILVA SP PCdoB Não
PAULO FREIRE SP PR Sim
PAULO MALUF SP PP Sim
PAULO PEREIRA DA SILVA SP SD Sim
PAULO TEIXEIRA SP PT Não
PR. MARCO FELICIANO SP PSC Sim
RENATA ABREU SP PTN Sim
RICARDO IZAR SP PP Sim
RICARDO TRIPOLI SP PSDB Sim
ROBERTO ALVES SP PRB Sim
ROBERTO DE LUCENA SP PV Sim
RODRIGO GARCIA SP DEM Sim
SAMUEL MOREIRA SP PSDB Sim
SÉRGIO REIS SP PRB Sim
SILVIO TORRES SP PSDB Sim
TIRIRICA SP PR Sim
VALMIR PRASCIDELLI SP PT Não
VANDERLEI MACRIS SP PSDB Sim
VICENTE CANDIDO SP PT Não
VICENTINHO SP PT Não
VINICIUS CARVALHO SP PRB Sim
VITOR LIPPI SP PSDB Sim

Maranhão

ALBERTO FILHO MA PMDB Sim
ALUISIO MENDES MA PTN Não
ANDRÉ FUFUCA MA PP Sim
CLEBER VERDE MA PRB Sim
ELIZIANE GAMA MA PPS Sim
HILDO ROCHA MA PMDB Sim
JOÃO CASTELO MA PSDB Sim
JOÃO MARCELO SOUZA MA PMDB Não
JOSÉ REINALDO MA PSB Sim
JUNIOR MARRECA MA PEN Não
JUSCELINO FILHO MA DEM Sim
PEDRO FERNANDES MA PTB Não
RUBENS PEREIRA JÚNIOR MA PCdoB Não
SARNEY FILHO MA PV Sim
VICTOR MENDES MA PSD Sim
WALDIR MARANHÃO MA PP Não
WEVERTON ROCHA MA PDT Não
ZÉ CARLOS MA PT Não

Ceará

ADAIL CARNEIRO CE PP Sim
ANÍBAL GOMES CE PMDB Ausente
ARIOSTO HOLANDA CE PDT Não
ARNON BEZERRA CE PTB Não
CABO SABINO CE PR Sim
CHICO LOPES CE PCdoB Não
DANILO FORTE CE PSB Sim
DOMINGOS NETO CE PSD Não
GENECIAS NORONHA CE SD Sim
GORETE PEREIRA CE PR Abstenção
JOSÉ AIRTON CIRILO CE PT Não
JOSÉ GUIMARÃES CE PT Não
LEÔNIDAS CRISTINO CE PDT Não
LUIZIANNE LINS CE PT Não
MACEDO CE PP Não
MORONI TORGAN CE DEM Sim
MOSES RODRIGUES CE PMDB Sim
ODORICO MONTEIRO CE PROS Não
RAIMUNDO GOMES DE MATOS CE PSDB Sim
RONALDO MARTINS CE PRB Sim
VICENTE ARRUDA CE PDT Não
VITOR VALIM CE PMDB Sim

Rio de Janeiro

ALESSANDRO MOLON RJ REDE Não
ALEXANDRE SERFIOTIS RJ PMDB Sim
ALEXANDRE VALLE RJ PR Sim
ALTINEU CÔRTES RJ PMDB Sim
AROLDE DE OLIVEIRA RJ PSC Sim
AUREO RJ SD Sim
BENEDITA DA SILVA RJ PT Não
CABO DACIOLO RJ PTdoB Sim
CELSO PANSERA RJ PMDB Não
CHICO ALENCAR RJ PSOL Não
CHICO D'ANGELO RJ PT Não
CLARISSA GAROTINHO RJ PR Ausente
CRISTIANE BRASIL RJ PTB Sim
DELEY RJ PTB Sim
DR. JOÃO RJ PR Sim
EDUARDO CUNHA RJ PMDB Sim
EZEQUIEL TEIXEIRA RJ PTN Sim
FELIPE BORNIER RJ PROS Sim
FERNANDO JORDÃO RJ PMDB Sim
FRANCISCO FLORIANO RJ DEM Sim
GLAUBER BRAGA RJ PSOL Não
HUGO LEAL RJ PSB Sim
INDIO DA COSTA RJ PSD Sim
JAIR BOLSONARO RJ PSC Sim
JANDIRA FEGHALI RJ PCdoB Não
JEAN WYLLYS RJ PSOL Não
JULIO LOPES RJ PP Sim
LEONARDO PICCIANI RJ PMDB Não
LUIZ CARLOS RAMOS RJ PTN Sim
LUIZ SÉRGIO RJ PT Não
MARCELO MATOS RJ PHS Sim
MARCO ANTONIO CABRAL RJ PMDB Sim
MARCOS SOARES RJ DEM Sim
MIRO TEIXEIRA RJ REDE Sim
OTAVIO LEITE RJ PSDB Sim
PAULO FEIJÓ RJ PR Sim
PEDRO PAULO RJ PMDB Sim
ROBERTO SALES RJ PRB Sim
RODRIGO MAIA RJ DEM Sim
ROSANGELA GOMES RJ PRB Sim
SERGIO ZVEITER RJ PMDB Sim
SIMÃO SESSIM RJ PP Sim
SORAYA SANTOS RJ PMDB Sim
SÓSTENES CAVALCANTE RJ DEM Sim
WADIH DAMOUS RJ PT Não
WASHINGTON REIS RJ PMDB Sim

Espírito Santo

CARLOS MANATO ES SD Sim
DR. JORGE SILVA ES PHS Sim
EVAIR DE MELO ES PV Sim
GIVALDO VIEIRA ES PT Não
HELDER SALOMÃO ES PT Não
LELO COIMBRA ES PMDB Sim
MARCUS VICENTE ES PP Sim
MAX FILHO ES PSDB Sim
PAULO FOLETTO ES PSB Sim
SERGIO VIDIGAL ES PDT Sim

Piauí

ASSIS CARVALHO PI PT Não
ÁTILA LIRA PI PSB Sim
CAPITAO FABIO ABREU PI PTB Não
HERÁCLITO FORTES PI PSB Sim
IRACEMA PORTELLA PI PP Sim
JÚLIO CESAR PI PSD Sim
MARCELO CASTRO PI PMDB Não
PAES LANDIM PI PTB Não
REJANE DIAS PI PT Não
RODRIGO MARTINS PI PSB Sim

Rio Grande do Norte

ANTÔNIO JÁCOME RN PTN Sim
BETO ROSADO RN PP Sim
FÁBIO FARIA RN PSD Sim
FELIPE MAIA RN DEM Sim
RAFAEL MOTTA RN PSB Sim
ROGÉRIO MARINHO RN PSDB Sim
WALTER ALVES RN PMDB Sim
ZENAIDE MAIA RN PR Não

Minas Gerais

ADELMO CARNEIRO LEÃO MG PT Não
AELTON FREITAS MG PR Não
BILAC PINTO MG PR Sim
BONIFÁCIO DE ANDRADA MG PSDB Sim
BRUNNY MG PR Não
CAIO NARCIO MG PSDB Sim
CARLOS MELLES MG DEM Sim
DÂMINA PEREIRA MG PSL Sim
DELEGADO EDSON MOREIRA MG PR Sim
DIEGO ANDRADE MG PSD Sim
DIMAS FABIANO MG PP Sim
DOMINGOS SÁVIO MG PSDB Sim
EDUARDO BARBOSA MG PSDB Sim
EROS BIONDINI MG PROS Sim
FÁBIO RAMALHO MG PMDB Sim
FRANKLIN LIMA MG PP Sim
GABRIEL GUIMARÃES MG PT Não
GEORGE HILTON MG PROS Não
JAIME MARTINS MG PSD Sim
JÔ MORAES MG PCdoB Não
JÚLIO DELGADO MG PSB Sim
LAUDIVIO CARVALHO MG SD Sim
LEONARDO MONTEIRO MG PT Não
LEONARDO QUINTÃO MG PMDB Sim
LINCOLN PORTELA MG PRB Sim
LUIS TIBÉ MG PTdoB Sim
LUIZ FERNANDO FARIA MG PP Sim
MARCELO ÁLVARO ANTÔNIO MG PR Sim
MARCELO ARO MG PHS Sim
MARCOS MONTES MG PSD Sim
MARCUS PESTANA MG PSDB Sim
MARGARIDA SALOMÃO MG PT Não
MÁRIO HERINGER MG PDT Sim
MAURO LOPES MG PMDB Sim
MIGUEL CORRÊA MG PT Não
MISAEL VARELLA MG DEM Sim
NEWTON CARDOSO JR MG PMDB Sim
ODELMO LEÃO MG PP Sim
PADRE JOÃO MG PT Não
PATRUS ANANIAS MG PT Não
PAULO ABI-ACKEL MG PSDB Sim
RAQUEL MUNIZ MG PSD Sim
REGINALDO LOPES MG PT Não
RENZO BRAZ MG PP Sim
RODRIGO DE CASTRO MG PSDB Sim
RODRIGO PACHECO MG PMDB Sim
SARAIVA FELIPE MG PMDB Sim
STEFANO AGUIAR MG PSD Sim
SUBTENENTE GONZAGA MG PDT Sim
TENENTE LÚCIO MG PSB Sim
TONINHO PINHEIRO MG PP Sim
WELITON PRADO MG PMB Sim
ZÉ SILVA MG SD Sim

Bahia

AFONSO FLORENCE BA PT Não
ALICE PORTUGAL BA PCdoB Não
ANTONIO BRITO BA PSD Não
ANTONIO IMBASSAHY BA PSDB Sim
ARTHUR OLIVEIRA MAIA BA PPS Sim
BACELAR BA PTN Não
BEBETO BA PSB Não
BENITO GAMA BA PTB Sim
CACÁ LEÃO BA PP Abstenção
CAETANO BA PT Não
CLAUDIO CAJADO BA DEM Sim
DANIEL ALMEIDA BA PCdoB Não
DAVIDSON MAGALHÃES BA PCdoB Não
ELMAR NASCIMENTO BA DEM Sim
ERIVELTON SANTANA BA PEN Sim
FÉLIX MENDONÇA JÚNIOR BA PDT Não
FERNANDO TORRES BA PSD Não
IRMÃO LAZARO BA PSC Sim
JOÃO CARLOS BACELAR BA PR Não
JOÃO GUALBERTO BA PSDB Sim
JORGE SOLLA BA PT Não
JOSÉ CARLOS ALELUIA BA DEM Sim
JOSÉ CARLOS ARAÚJO BA PR Não
JOSÉ NUNES BA PSD Não
JOSÉ ROCHA BA PR Não
JUTAHY JUNIOR BA PSDB Sim
LUCIO VIEIRA LIMA BA PMDB Sim
MÁRCIO MARINHO BA PRB Sim
MÁRIO NEGROMONTE JR. BA PP Abstenção
MOEMA GRAMACHO BA PT Não
PAULO AZI BA DEM Sim
PAULO MAGALHÃES BA PSD Não
ROBERTO BRITTO BA PP Não
RONALDO CARLETTO BA PP Não
SÉRGIO BRITO BA PSD Não
TIA ERON BA PRB Sim
ULDURICO JUNIOR BA PV Sim
VALMIR ASSUNÇÃO BA PT Não
WALDENOR PEREIRA BA PT Não

Paraíba

AGUINALDO RIBEIRO PB PP Sim
BENJAMIN MARANHÃO PB SD Sim
DAMIÃO FELICIANO PB PDT Não
EFRAIM FILHO PB DEM Sim
HUGO MOTTA PB PMDB Sim
LUIZ COUTO PB PT Não
MANOEL JUNIOR PB PMDB Sim
PEDRO CUNHA LIMA PB PSDB Sim
RÔMULO GOUVEIA PB PSD Sim
VENEZIANO VITAL DO RÊGO PB PMDB Sim
WELLINGTON ROBERTO PB PR Não
WILSON FILHO PB PTB Sim

Pernambuco

ADALBERTO CAVALCANTI PE PTB Não
ANDERSON FERREIRA PE PR Sim
ANDRÉ DE PAULA PE PSD Sim
AUGUSTO COUTINHO PE SD Sim
BETINHO GOMES PE PSDB Sim
BRUNO ARAÚJO PE PSDB Sim
DANIEL COELHO PE PSDB Sim
DANILO CABRAL PE PSB Sim
EDUARDO DA FONTE PE PP Sim
FERNANDO COELHO FILHO PE PSB Sim
GONZAGA PATRIOTA PE PSB Sim
JARBAS VASCONCELOS PE PMDB Sim
JOÃO FERNANDO COUTINHO PE PSB Sim
JORGE CÔRTE REAL PE PTB Sim
KAIO MANIÇOBA PE PMDB Sim
LUCIANA SANTOS PE PCdoB Não
MARINALDO ROSENDO PE PSB Sim
MENDONÇA FILHO PE DEM Sim
PASTOR EURICO PE PHS Sim
RICARDO TEOBALDO PE PTN Não
SEBASTIAO OLIVEIRA PE PR Abstenção
SILVIO COSTA PE PTdoB Não
TADEU ALENCAR PE PSB Sim
WOLNEY QUEIROZ PE PDT Não
ZECA CAVALCANTI PE PTB Não

Sergipe

ADELSON BARRETO SE PR Sim
ANDRE MOURA SE PSC Sim
FÁBIO MITIDIERI SE PSD Não
FABIO REIS SE PMDB Sim
JOÃO DANIEL SE PT Não
JONY MARCOS SE PRB Sim
LAERCIO OLIVEIRA SE SD Sim
VALADARES FILHO SE PSB Sim

Alagoas

ARTHUR LIRA AL PP Sim
CÍCERO ALMEIDA AL PMDB Sim
GIVALDO CARIMBÃO AL PHS Não
JHC AL PSB Sim
MARX BELTRÃO AL PMDB Sim
MAURÍCIO QUINTELLA LESSA AL PR Sim
PAULÃO AL PT Não
PEDRO VILELA AL PSDB Sim
RONALDO LESSA AL PDT Não

EBC