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Dilma Rousseff toma posse hoje para mais quatro anos de governo

01/01/2015 

Luana Lourenço e Paulo Victor Chagas - Repórteres da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante

A presidenta Dilma Rousseff toma posse hoje (1°) para mais um mandato de quatro anos. Reeleita em outubro com 54,5 milhões de votos, ela vai governar o país até 2018. O vice-presidente, Michel Temer, também reeleito, será empossado na mesma cerimônia.

Mineira de Belo Horizonte, Dilma, 66 anos, tem uma filha e um neto. No governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi ministra de Minas e Energia e chefe da Casa Civil. Em 2010, foi eleita no segundo turno, com cerca de 55,7 milhões de votos. No primeiro governo, Dilma manteve e ampliou políticas sociais de seu antecessor. Entre os programas que marcaram sua gestão estão o Mais Médicos, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e o Brasil sem Miséria, uma ampliação do Bolsa Família.

A presidenta reeleita começa o novo governo com desafios principalmente econômicos, como o controle da inflação e a retomada do crescimento. A nova gestão também começa em meio à crise da maior empresa estatal do país, a Petrobras – investigada pela Polícia Federal devido a casos de corrupção.

Para o segundo mandato, Dilma terá novamente 39 ministérios. Quinze ministros foram mantidos em suas pastas na reforma ministerial, quatro trocaram de ministério, mas foram mantidos no primeiro escalão, e 20 novos nomes vão integrar o governo a partir de 2015. A reforma, feita em etapas, contemplou partidos da base aliada, além da cota pessoal da presidenta, com nomes de sua confiança.

Todos os ministros serão empossados por Dilma hoje, no Salão Nobre do Palácio do Planalto, em uma das etapas da posse presidencial.


Conheça a equipe ministerial da presidenta Dilma Rousseff para o segundo mandato:

Ministério da Fazenda - Joaquim Levy
Engenheiro naval e doutor em economia, com experiência tanto no mercado financeiro quanto no setor público, Joaquim Levy ocupou cargos no governo federal e no governo do estado do Rio de Janeiro. De 2003 a 2006, foi secretário do Tesouro Nacional no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Também vice-presidente de Finanças e Administração do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Desde 2010, estava no Bradesco.

Ministério da Integração Nacional - Gilberto Occhi
Ministro das Cidades de março a dezembro de 2014, Gilberto Occhi é formado em direito, tem pós-graduação nas áreas de finanças, mercado financeiro e gestão empresarial. É funcionário de carreira da Caixa Econômica Federal desde 1980, onde ocupou os cargos de vice-presidente de Governo e de superintendente nacional da Região Nordeste.

Ministério de Minas e Energia - Eduardo Braga
Formado em engenharia elétrica pela Universidade Federal do Amazonas, Eduardo Braga já foi vereador, deputado federal, prefeito de Manaus, governador do Amazonas por dois mandatos e senador pelo mesmo estado. Este ano, disputou novamente as eleições para o governo estadual, mas foi derrotado. Desde 2012, era líder do governo Dilma Rousseff no Senado.

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão - Nelson Barbosa
Ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda, o economista Nelson Barbosa também integrou a equipe econômica dos dois governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De 2004 a 2006, trabalhou no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Ministério da Previdência Social - Carlos Gabas
Formado em Ciências Contábeis e servidor de carreira do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Carlos Gabas já foi comandou a pasta entre março de 2010 e janeiro de 2011. Atualmente, estava na secretaria-executiva do ministério.

Secretaria de Aviação Civil - Eliseu Padilha
Advogado e empresário, o deputado federal Eliseu Padilha foi ministro dos Transportes no governo Fernando Henrique Cardoso de 1997 a 2001. Antes, foi secretário dos Negócios do Trabalho, Cidadania e Assistência Social do Rio grande do Sul. Eleito pela primeira vez deputado federal em 1994, ele está no quarto mandato. É um dos políticos do PMDB mais próximos do vice-presidente da República, Michel Temer.

Ministério da Pesca e Aquicultura - Helder Barbalho
Formado em administração, Helder Barbalho é filho do senador Jader Barbalho e da deputada federal Elcione Therezinha Zahluth. Natural de Belém, Helder tentou eleger-se governador do Pará pela primeira vez este ano, mas perdeu para Simão Jatene. Já foi vereador, deputado estadual e prefeito de Ananindeua.

Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial - Nilma Lino Gomes
Primeira mulher negra do Brasil a comandar uma universidade federal, Nilma Lino Gomes é reitora da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-brasileira (Unilab) desde 2013. Mineira de Belo Horizonte, Nilma é pedagoga, mestra em educação e doutora em antropologia social.

Secretaria de Portos - Edinho Araújo
Advogado e professor, Edinho Araújo está no terceiro mandato de deputado federal e foi novamente eleito em 2014. Começou a vida pública como prefeito de sua cidade natal, Santa Fé do Sul, em São Paulo, e foi também duas vezes prefeito de São José do Rio Preto. Na Câmara dos Deputados, foi vice-líder do PMDB.

Secretaria de Relações Institucionais - Pepe Vargas
Ex-ministro do Desenvolvimento Agrário entre 2012 e março de 2014 e deputado federal, Pepe Vargas é formado em medicina e começou a trajetória política como militante no movimento estudantil. Seu primeiro cargo eletivo foi o de vereador de Caxias do Sul em 1988. Foi deputado estadual e duas vezes prefeito de Caxias do Sul. Em 2006, 2010 e 2014 foi eleito deputado federal.

Secretaria-Geral da Presidência - Miguel Rossetto
Um dos fundadores do PT e da Central Única dos Trabalhadores (CUT), o sociólogo Miguel Rossetto deixa o Ministério do Desenvolvimento Agrário, pasta que comandou também no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre setembro e novembro de 2014, Rosseto afastou-se da pasta para integrar a coordenação da campanha de Dilma à reeleição. Já foi vice-governador do Rio Grande do Sul, na gestão Olívio Dutra, e de deputado federal em 1994.

Ministério dos Transportes - Antonio Carlos Rodrigues
Presidente da Câmara Municipal de São Paulo, o vereador Antonio Carlos Rodrigues é suplente da senadora Marta Suplicy, vaga que ocupou entre 2012 e novembro deste ano. Advogado e procurador, Rodrigues começou a vida pública na Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e já trabalhou na Assembleia Legislativa de São Paulo e nos governos municipal e estadual.

Ministério do Turismo - Vinicius Lages
Engenheiro agrônomo e doutor em economia do desenvolvimento com especialização em economia de serviços, turismo e desenvolvimento de negócios, Vinicius Lages continuará no comando do Ministério do Turismo, cargo que ocupa desde março de 2014. Antes, ocupava a gerência da Unidade de Assessoria Internacional do Sebrae.

Advocacia-Geral da União - Luís Inácio Adams
Formado em direito e especialista em direito tributário, Luís Inácio Adams comanda a Advocacia-Geral da União desde 2009. Já atuou como procurador regional da União da 4ª Região, em Porto Alegre, foi consultor jurídico e secretário-executivo adjunto do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Foi também procurador-geral da Fazenda Nacional entre 2006 e 2009.

Secretaria de Assuntos Estratégicos - Marcelo Neri
No comando da secretaria desde março de 2013, Marcelo Neri foi presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) entre 2012 e 2014. É PhD em economia pela Universidade de Princeton, mestre e bacharel em economia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e professor de doutorado, mestrado e graduação da Fundação Getulio Vargas. É pesquisador de políticas sociais, educação e microeconometria, além de atuar na avaliação de políticas sociais.

Secretaria de Comunicação Social -Thomas Traumann
Jornalista pela Universidade Federal do Paraná, Traumann coordenou a assessoria de imprensa do ex-ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, e foi assessor especial da Secretaria de Comunicação Em 2012, foi nomeado porta-voz da Presidência da República, cargo que acumula com a chefia da pasta. Antes de entrar no governo, Traumann trabalhou no jornal Folha de S.Paulo e nas revistas Veja e Época. Também dirigiu assessorias de comunicação corporativa de algumas empresas como a FSB Comunicações e a Llorente & Cuenca.

Secretaria de Direitos Humanos - Ideli Salvatti
Natural de São Paulo e licenciada em física, Ideli construiu sua carreira política em Santa Catarina. Senadora entre 2003 e 2011, ela cumpriu dois mandatos como deputada estadual e concorreu ao governo de Santa Catarina em 2010, terminando em 3º lugar. Atual ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Ideli comandou o Ministério da Pesca e Aquicultura, de janeiro a junho de 2011, e a Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, onde ficou até março deste ano.

Secretaria da Micro e Pequena Empresa - Guilherme Afif Domingos
O empresário Guilherme Afif Domingos comanda a secretaria desde sua criação em 2013. Vice-governador de São Paulo entre 2011 e 2014, eleito na chapa de Geraldo Alckmin, o ministro é formado em administração de empresas. Já foi deputado federal constituinte, ex-presidente do Conselho do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e por duas vezes presidente da Associação Comercial de São Paulo. Também presidiu o Banco de Desenvolvimento do Estado de São Paulo (Badesp) e foi secretário estadual de Agricultura e Abastecimento (1980-1982), de Emprego e Relações do Trabalho (2007-2010) e de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia até abril de 2011.

Secretaria de Políticas para as Mulheres - Eleonora Menicucci
Formada em ciências sociais, doutora em ciência política e pós-doutora em saúde e trabalho das mulheres e livre docência em saúde pública, Eleonora é professora titular (licenciada) de saúde coletiva na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Filiada ao PT, a mineira de Lavras combateu a ditadura militar em alguns momentos ao lado da presidenta Dilma Rousseff. Por essa luta, passou quase três anos na cadeia, em São Paulo, de 1971 a 1973. Participou de conselhos, comissões e consultorias em políticas públicas e direitos das mulheres.

Gabinete de Segurança Institucional – José Elito Siqueiro
Responsável pelo Gabinete de Segurança Institucional durante o primeiro mandato da presidenta Dilma Rousseff, o general José Elito Carvalho Siqueira será mantido no cargo. Antes de assumir o cargo, José Elito foi chefe de Preparo e Emprego do Ministério da Defesa e comandou a Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) em 2006 e 2007. Também foi diretor de Recursos Humanos do Exército, de 2002 a 2004, comandante da Aviação do Exército, de 2000 a 2002, e da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, de 1999 a 2000. Nascido em Aracaju, em 1946, ingressou nas Forças Armadas aos 20 anos e graduou-se mestre e doutor em ciências militares.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Kátia Abreu
Senadora reeleita este ano para mais um mandato, Kátia Abreu (PMDB-TO) é presidenta da Confederação Nacional da Agricultura desde 2008, entidade de produtores rurais que agrega 27 federações estaduais e 2 mil sindicatos. Uma das parlamentares mais próximas de Dilma, Kátia Abreu integra a bancada ruralista no Congresso, tendo se posicionado de maneira contrária ao governo em temas polêmicos como a competência do Executivo para demarcar terras indígenas.

Banco Central - Alexandre Tombini
Presidente do Banco Central desde o primeiro ano do governo Dilma Rousseff, Alexandre Tombini será mantido no cargo no segundo mandato da presidenta. No BC, já atuou como diretor, chefe de departamento e consultor. Tombini também já fez parte da diretoria executiva do escritório brasileiro no Fundo Monetário Internacional.

Ministério das Cidades - Gilberto Kassab
Presidente nacional do PSD, Kassab foi prefeito de São Paulo de 2006 a 2012. Economista, engenheiro civil e empresário, o novo ministro das Cidades assumiu a prefeitura da capital paulista pela primeira vez após a renúncia de José Serra, de quem era vice-prefeito. Ele iniciou a vida política aos 25 anos, tendo passado pelos partidos políticos PL e o PFL (atual DEM) antes de fundar o PSD em 2011.

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação - Aldo Rebelo
Membro do PCdoB desde 1977 e ministro do Esporte no primeiro mandato de Dilma, Aldo Rebelo é jornalista e foi deputado federal eleito por cinco mandatos consecutivos (1989 a 2011). No Congresso, foi presidente da Câmara, líder do governo e relator do projeto que resultou no novo Código Florestal brasileiro. Rebelo também chefiou em 2004 a Secretaria de Coordenação Política e Assuntos Institucionais da Presidência e foi candidato derrotado a vice-prefeito de São Paulo na chapa de Marta Suplicy (PT) em 2008.

Ministério das Comunicações - Ricardo Berzoini
Ex-presidente nacional do PT e deputado federal por quatro mandatos, Berzoini chefiará pela quarta vez uma pasta na Esplanada. À frente da Secretaria de Relações Institucionais desde o início de 2014, o petista já foi ministro da Previdência Social e do Trabalho no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Bancário, Berzoini iniciou sua militância no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, em 1985, e também foi secretário de imprensa da Central Única dos Trabalhadores.

Controladoria-Geral da União - Valdir Simão
Auditor de carreira da Receita Federal, Valdir Simão foi secretário-executivo da Casa Civil da Presidência desde o início de 2014. O novo ministro da CGU já assessorou a presidenta Dilma coordenando o Gabinete Digital da Presidência e presidiu o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), além de ter sido secretário de Fazenda do Distrito Federal.

Ministério da Cultura - Juca Ferreira
Juca Ferreira deixa a secretaria municipal de Cultura de São Paulo para assumir o cargo que já ocupou no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Idealizador dos Pontos de Cultura, o ministro foi também secretário-executivo da pasta entre 2003 e 2008. Formou-se em Ciências Sociais na França, um dos países por onde passou enquanto esteve exilado por nove anos durante a ditadura militar. Na campanha à reeleição de Dilma, coordenou o programa de cultura da candidata e também mobilizou artistas e grupos culturais para apoiá-la.

Ministério da Defesa - Jaques Wagner
Membro fundador do PT, o novo ministro da Defesa governou a Bahia por dois mandatos consecutivos. Deputado federal por dois mandatos, Wagner foi ministro de Relações Institucionais e coordenou a Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.

Ministério do Desenvolvimento Agrário - Patrus Ananias
Patrus Ananias comandou o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome entre 2004 e 2010, quando foi formulado e implementado o Programa Bolsa Família. Ex-prefeito e ex-vereador de Belo Horizonte, o petista também foi deputado federal e candidato a governador de Minas Gerais em 1998 e a vice em 2010, perdendo nas duas ocasiões.

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - Armando Monteiro Neto
Senador pelo PTB de Pernambuco, Armando Monteiro presidiu a Confederação Nacional da Indústria entre 2002 e 2010. O novo ministro, que vem de uma tradicional família de políticos pernambucanos, já teve passagens pelo PSDB e pelo PMDB. Na Câmara dos Deputados e no Senado, defendeu temas como geração de empregos, inovação tecnológica e fortalecimento das micro e pequenas empresas.

Ministério da Educação - Cid Gomes
Governador do Ceará por dois mandatos, Cid Gomes migrou do PSB para o PROS no final de 2013, quando o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, falecido em agosto do ano passado, se desligou do governo Dilma para concorrer às eleições presidenciais. Ex-prefeito de Sobral (CE) por duas vezes também foi consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington. Cid é irmão de Ciro Gomes, ex-prefeito de Fortaleza, ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda, em 1994, e da Integração Nacional, em 2003.

Ministério do Esporte - George Hilton
Deputado federal reeleito em 2014 para o seu terceiro mandato, o ministro que vai ficar responsável pela organização dos Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro é filiado ao PRB de Minas Gerais. Ingressou na vida política pelo PST, elegendo-se deputado estadual de Minas Gerias em 1998 e reelegendo-se para o segundo mandato em 2002 pelo PL. Pelo PP, assumiu pela primeira vez o cargo na Câmara dos Deputados. Hilton é natural de Alagoinhas, na Bahia e é radialista, apresentador de televisão e teólogo.

Casa Civil - Aloizio Mercadante
Com experiência na militância política, no Legislativo e no governo, Mercadante vai continuar comandando o órgão responsável pela coordenação das ações do governo. Depois de ocupar os ministérios da Ciência e Tecnologia e o da Educação no governo Dilma, ele se tornou em 2014 uma das pessoas mais próximas da presidenta, sendo o ministro mais recebido por ela em audiências oficiais. Além de senador e deputado federal, Mercadante foi candidato derrotado à Vice-Presidência da República junto com Luiz Inácio Lula da Silva em 1994 e ao governo de São Paulo em 2006 e 2010.

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome- Tereza Campello
Economista que comanda a pasta desde o início do primeiro mandato de Dilma, Tereza Campello iniciou suas carreiras política e acadêmica no Rio Grande do Sul, onde participou das gestões petistas na prefeitura de Porto Alegre e no governo gaúcho. Na transição para o primeiro mandato de Lula, integrou a equipe que formulou o Programa Bolsa Família

Ministério da Justiça - José Eduardo Cardozo
Um dos ministros mais próximos da presidenta Dilma, Cardozo foi deputado federal por dois mandatos e um dos relatores do projeto de lei de iniciativa popular da Ficha Limpa. Advogado, professor universitário, procurador licenciado e ex-vereador de São Paulo, comanda o Ministério da Justiça desde o início do primeiro mandato da petista.

Ministério do Meio Ambiente - Izabella Teixeira
Bióloga e doutora em planejamento ambiental, Izabella Teixeira é funcionária de carreira do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Foi secretária-executiva do Ministério do Meio Ambiente de 2008 a 2010 e subsecretária da Secretaria do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro. Foi durante sua gestão no primeiro mandato de Dilma que ocorreu a aprovação do novo Código Florestal, a construção da Usina de Belo Monte, e quando o país registrou as menores taxas de desmatamento da Amazônia Legal.

Ministério das Relações Exteriores - Mauro Vieira
O novo chanceler volta ao Brasil após chefiar a embaixada brasileira nos Estados Unidos desde 2010 e, antes, na Argentina. Vieira é formado em direito pela Universidade Federal Fluminense e já serviu em representações no Uruguai, México e na França, além de ter atuado como chefe de gabinete do ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim.

Ministério da Saúde - Arthur Chioro
No comando da Saúde desde fevereiro de 2014, Chioro será mantido à frente da pasta. Mestre e doutor em saúde coletiva, já foi secretário municipal de Saúde nos municípios paulistas de São Bernardo do Campo e São Vicente. Também é pesquisador da área de Planejamento e Gestão em Saúde da Universidade Federal de São Paulo e já atuou como diretor do Departamento de Atenção Especializada do Ministério da Saúde entre 2003 e 2005.

Ministério do Trabalho e Emprego - Manoel Dias
Fundador do PDT, Manoel Dias começou a carreira política como líder estudantil no início dos anos 1960. Teve mandatos de vereador e deputado estadual de Santa Catarina cassados durante a ditadura militar. Além da criação do seu partido ao lado de Leonel Brizola, Manoel Dias também ajudou a refundar o Partido Trabalhista Brasileiro e a fundar o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), que posteriormente daria origem ao PMDB. Foi candidato a governador de Santa Catarina em 2006 e 2010, sem sucesso.



Eleições 2014: imprensa internacional destaca indefinição

05/10/2014

Alguns jornais e sites de notícias internacionais dão destaque a indefinição do eleitorado e de eventual segundo turno nas eleições presidenciais no Brasil, na esteira da ascensão de Marina Silva após a morte do candidato ao PSB, Eduardo Campos.

O site do El País faz acompanhamento quase em tempo real das eleições no País em sua versão em português. Na página principal da versão em Espanhol, o El País tem como manchete: "Brasileiros decidem hoje quem irá para o segundo turno concorrer com Rousseff". O jornal francês Le Monde chama Dilma de "Angela Merkel sul-americana de esquerda" e destaca a recente recuperação nas pesquisas da presidente, citando ter sido capaz de "dar uma virada, lenta e pacientemente, apesar de resultados econômicos decepcionantes".

O site da revista britânica The Economist diz que o avanço do candidato do PSDB, Aécio Neves, em relação à Marina, conforme mostraram as pesquisas de ontem, é "mais uma reviravolta da campanha eleitoral, que teve mais mudanças do que as telenovelas brasileiras". O restante da reportagem está concentrada em descrever o esforço do candidato do PSDB em sua campanha e sobre como defendeu-se de Marina durante sua campanha.

O El País ressalta que uma parte dos eleitores não sabem em quem votar e que o jovens, protagonistas dos protestos no ano passado, podem decidir o pleito, já que representam 39,4% dos eleitores. Ao mesmo tempo lembra que a Justiça Eleitoral está preocupada com a queda no número de eleitores, citando o recorde de abstenção no segundo turno das eleições de 2010, que chegou a 29 milhões.

O El País, na versão em português, traz ainda entrevista com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), José Dias Toffoli, na qual diz que Lei do Ficha Limpa poderia ser aperfeiçoada, por meio da ampliação para 30 dias ou 45 dias no prazo antes das eleições para a substituição de um candidato que renuncie ou seja declarado inelegível pela Justiça. Na entrevista, Toffoli também comentou sobre os protestos de junho de 2013, dizendo que mostraram que os jovens querem participar mais da vida política e tomar decisões. Segundo Toffoli, o custo das eleições se assemelham as de 2010, tendo ficado em torno de R$ 650 milhões.

O site da Reuters comenta sobre o impasse em relação ao candidato que deverá concorrer ao segundo turno, se de fato Dilma Rousseff não conseguir se eleger no primeiro turno hoje, como indicam as pesquisas de intenção de voto. A Reuters coloca ainda em foco a queda na popularidade do governo de Dilma em consequência do enfraquecimento da economia e compara com o desempenho da atividade durante o governo Lula. De qualquer forma, cita que parte do eleitorado de Dilma vem da popularidade de Lula.



ELEIÇÕES 2014



Brasileiros fazem fila para votar em Lisboa

Alguns brasileiros chegaram uma hora antes da votação começar (Foto: Guilherme Tossetto/G1)

05/10/2014

Quase uma hora antes da votação eleitores já faziam fila.
Capital portuguesa é a quarta maior zona eleitoral fora do Brasil.

No início da manhã deste domingo (5), dia da Proclamação da República em Portugal, eleitores brasileiros já formavam fila em frente à Faculdade de Direito em Lisboa, local de votação para quem transferiu ou tirou título de eleitor no país europeu.

Foi o caso de Velussa, 23 anos, recém-formada em fisioterapia e que vota pela primeira vez. Por ter dupla nacionalidade, ela tem a obrigação de votar, mas não concorda com a obrigatoriedade. “É uma escolha que faço fora do país, meu voto pode influenciar na eleição de um candidato, mas eu não vou sentir as consequências desta escolha por morar no exterior”.

Lisboa é a quarta maior zona eleitoral fora do Brasil com 17.286 eleitores cadastrados. De todos os brasileiros que vão passar pelas urnas em Portugal, a primeira a chegar no local de votação, por volta das 7h, foi Adriele, 28 anos, que foi logo cedo para levar a mãe, convocada para ser mesária, e acabou sendo a primeira da fila. Ela reside há 9 anos em Portugal e é a primeira vez que vai votar, "por obrigação, porque por estar fora não acompanhei o que aconteceu durante a campanha no Brasil", afirmou.

Pela quarta vez Randolfo Araujo, 54 anos, vai escolher seu candidato em Portugal. Ele vive no país desde 2001. "Voto por obrigação, mas também porque se eu não votar não posso reclamar e exigir nada depois. Estou no direito de escolher, então vou escolher".  Para escolher seu candidato ele conversou com dois irmãos que moram no Espírito Santo e com seus filhos que contam como está a situação no interior do estado onde moram.  Ele comentou que não se arrependeu das escolhas nas últimas 3 eleições. "Tem que acreditar, senão não adianta estar aqui".

Ismael Batista, 51 anos, está votando pela terceira vez, e faz questão de mostrar seu título de eleitor tirado em Portugal, onde reside desde 1999. Ele pôde acompanhar parte da campanha no Brasil em viagem recente ao país. Ele contou que seus dois últimos candidatos escolhidos perderam a eleição e que já tem seu voto definido para este domingo.

Alguns eleitores chegaram cedo para não se atrasarem no trabalho, como Silvana, 35 anos, que cuida de idosos e mora em Portugal há 13 anos. É a segunda vez que ela vota para presidente em Lisboa e faz questão de participar da eleição porque pensa que o "Brasil pode ser mudado" que seu voto "pode mudar algo". Na primeira eleição no país europeu ela se arrependeu do seu voto, mas desta vez está confiante. "Vamos ver se dessa vez dói menos’, disse a brasileira.

Fonte: G1


Ibope: Dilma aparece com 46% das intenções de voto, Aécio tem 27% e Marina, 24%

Foto: Divulgação/AB

05/10/2014

A última pesquisa feita pelo Ibope antes do pleito mostra a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, com 46% das intenções de voto. O candidato Aécio Neves, do PSDB, aparece em segundo lugar, com 27%, seguido por Marina Silva (PSB), com 24%. Na pesquisa anterior, Dilma tinha 39%, Marina, 25%, e Aécio, 19% da preferência dos entrevistados.

O levantamento divulgado há pouco foi encomendada pela Rede Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo. Os candidatos do PSC, Pastor Everaldo, do PSOL, Luciana Genro, e do PV, Eduardo Jorge, tiveram, cada um, 1% das intenções de voto. Zé Maria, do PSTU; Eymael, do PSDC; Levy Fidelix, do PRTB; Mauro Iasi, do PCB; e Rui Costa Pimenta, do PCO, não alcançaram 1%. Os votos nulos ou brancos somam 7% e os indecisos, 5%.

Na simulação de um segundo turno, Dilma venceria qualquer dos dois candidatos, com 42% das intenções de votos contra 37% de Marina e Aécio.

Para a divulgação do resultado oficial, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) exclui os votos brancos e nulos. Nessa conta, Dilma tem 40% das intenções de voto, Aécio fica em segundo lugar, com 24%, e Marina Silva aparece em terceiro, com 21%.

O Ibope ouviu 3.010 eleitores entre os dias 2 e 4 de outubro. O nível de confiança da pesquisa é 95%, com margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número 1021/2014.



Saiba o que pode e o que não pode no dia da eleição

05/10/2014

Primeiro turno da votação será neste domingo (5), e segundo turno no dia 26. 
Veja o que é permitido e o que está proibido na hora de ir às urnas.

Pode tirar selfie? Pode usar camiseta de campanha? Confira abaixo respostas a algumas das dúvidas mais frequentes no dia da eleição:

Quem é obrigado a votar?
O voto é obrigatório para todos os brasileiros com mais de 18 anos e menos de 70. Pessoas que nasceram em outro país, mas se naturalizaram como brasileiros, também são obrigadas a votar. Para quem tem entre 16 e 18 anos e para quem tem mais de 70, o voto é facultativo, assim como para os analfabetos.

Como faço para saber meu local de votação?
O TSE oferece na página da internet a consulta dos locais onde cada eleitor votará (clique aqui). É necessário preencher o nome completo, a data de nascimento e o nome da mãe. Se persistir a dúvida, o eleitor deve procurar o cartório eleitoral da região.

Quais documentos são necessários para votar?
O eleitor deve levar para o dia da votação pelo menos um documento de identificação com foto. Serve carteira de motorista, carteira de identidade, carteira de trabalho ou passaporte. Levar o título de eleitor não é obrigatório. Mesmo com o título em mãos, o eleitor deve apresentar também o documento de identificação com foto.

Qual são os dias e horários da votação?
O primeiro turno da eleição será no dia 5 de outubro e o segundo turno (se houver), no dia 26. Nos dois dias, a votação começa às 8h e termina às 17h no horário local. Quem já estiver na fila às 17h vai poder votar, mesmo se chegar à urna depois desse horário.

Qual é a ordem de votação?
Nestas eleições, o eleitor vai votar na seguinte ordem: deputado estadual/distrital, deputado federal, senador, governador e, por último, presidente da República.

Posso levar uma 'cola' com o número dos candidatos?
Sim. O próprio TSE disponibiliza no seu site uma 'cola' que o eleitor pode levar no dia da votação. Basta baixar o documento neste link, imprimir e preencher com os números dos candidatos. Ou levar tudo anotado em um papelzinho mesmo.

Posso ir votar com camisa, boné, bandeira ou adesivo do meu candidato?
A legislação permite a manifestação "individual e silenciosa" da preferência do eleitor por um partido ou candidato na hora da votação "portando exclusivamente bandeiras, broches, dísticos e adesivos". Mas é proibido pedir voto para o candidato aos demais eleitores. A lei não cita especificamente o uso de camisas e bonés, porém os ministros entendem que se o eleitor usar esses itens nas condições acima, não há problema. A Justiça Eleitoral ressalta que a lei proíbe, no entanto, a aglomeração de pessoas com material de propaganda de canditados, por isso não é recomendado que famílias e grupos vão votar vestindo camisas dos canditados ou partidos, por exemplo, pois os fiscais podem entender como propaganda eleitoral.   

No dia da votação, posso distribuir santinhos do meu candidato?
Não. A Justiça Eleitoral afirma que é "terminantemente proibida qualquer propaganda no dia da eleição". A lei proíbe a divulgação e distribuição de qualquer espécie de material de partidos políticos ou de seus candidatos nesta data.

Posso tirar uma 'selfie' na urna?
Não. Na cabine de votação é proibido portar celular, máquina fotográfica, filmadora ou qualquer outro aparelho que possa comprometer o sigilo do voto. O eleitor deverá deixar o equipamento desligado com o mesário da seção na hora de votar.

O eleitor com deficiência pode ter ajuda na hora de votar? 
Sim. Ele pode ser auxiliado por pessoa de sua confiança, ainda que não tenha requerido antecipadamente à Justiça Eleitoral. O presidente dos mesários pode autorizar a entrada dessa segunda pessoa na urna para a votação, podendo ela, inclusive, digitar os números para o eleitor. 

Haverá identificação biométrica em todas as cidades?
Não. A identificação do eleitor por meio das impressões digitais nas eleições deste ano será realizada em quase 800 municípios do país, entre eles 15 capitais. A identificação biométrica vai ser usada por aproximadamente 21 milhões de brasileiros nas eleições de 2014, cerca de 15% do eleitorado do país.

Quem mora no exterior também deve votar?
O eleitor que morar fora e tiver o título eleitoral cadastrado no exterior é obrigado a votar para presidente da República, em postos nas embaixadas e consulados. Aqueles que moram no exterior, mas têm domicílio eleitoral no Brasil, devem justificar a ausência até um mês depois de retornar ao Brasil.

E quem estiver viajando no dia das eleições?
Os eleitores que estiverem fora de seu domicílio eleitoral no dia da votação, seja em viagem no Brasil ou no exterior, podem pedir voto em trânsito – se estiver em alguma cidade com mais de 200 mil eleitores – ou devem justificar a ausência. Os cartórios eleitorais deixam à disposição dos eleitores os formulários de justificativa. O formulário Requerimento de Justificativa Eleitoral também pode ser obtido no site do TSE (dois requerimentos: para o dia da eleição e depois da eleição). O prazo para justificativa é de até dois meses depois da votação. No caso de quem ainda estiver no exterior mesmo depois de decorridos os dois meses, o prazo para justificar passa a ser de um mês após o retorno ao Brasil.

Não votei nem justifiquei na última eleição. Posso votar agora? 
Sim. O título de eleitor só é suspenso após ausência em três votações seguidas sem justificativa (cada turno conta como uma votação). 

Qual é a punição para quem não votar e não justificar a ausência?
Para quem perde o prazo da justificativa, a Justiça Eleitoral aplica uma multa, de aproximadamente R$ 3, mas que pode ser multiplicada até por dez vezes, de acordo com decisão do juiz eleitoral.

Quais são as consequências para quem tem o título suspenso?
A pessoa fica impedida de assumir cargo público. Os empregados no serviço público não podem receber salário. Não é possível obter empréstimos em bancos mantidos pelo governo, tirar passaporte, carteira de identidade, nem renovar matrícula em estabelecimento público de ensino. Também não pode votar.

Como fazer para regularizar a situação eleitoral?
Basta procurar um cartório eleitoral e quitar os débitos. O prazo para regularizar a situação eleitoral a tempo de votar ainda nestas eleições acabou em 7 de maio. Quem não regularizou o título até essa data não poderá votar nestas eleições.

O eleitor que não votou nem justificou no primeiro turno pode votar no segundo turno?
Sim. O eleitor pode votar normalmente no segundo turno, mesmo que não tenha votado no primeiro.

Fonte: G1


As eleições já começaram: brasileiros votam na Nova Zelândia

883 pessoas estão aptas a votar na embaixada na Nova Zelândia - Foto: Divulgação

04/10/2014

Christiane Dias, de 52 anos, abriu as eleições 2014, ao votar na embaixada brasileira em Wellington, capital da Nova Zelândia. O país da Oceania, distante 12 mil km do Brasil, é o primeiro do mundo a iniciar o processo eleitoral brasileiro, por causa do fuso horário, 16 horas à frente de Brasília.

Christiane mora há 7 anos na Nova Zelândia, quando se mudou para o país com o marido neozelandês.

Foi a primeira vez que ela votou no exterior, e, para ela, educação, saúde e segurança devem ser as prioridades do próximo presidente brasileiro. "Espero que, por ter sido a primeira a votar, meu voto leve sorte ao Brasil."

Sete horas antes da abertura das sessões eleitorais no Brasil, a votação brasileira na Nova Zelândia já terá sido encerrada para os 883 eleitores - número de brasileiros aptos a votar votar na embaixada.
A votação na embaixada começou às 8h de domingo, horário local (17h de sábado, horário de Brasília). Antes de Christiane, votaram os funcionários da embaixada.

"Espero que, por ter sido a primeira a votar, meu voto leve sorte ao Brasil", diz 

Christiane, a primeira a votar - Foto: Divulgação

Os brasileiros residentes no exterior só podem votar para presidente, mas, de resto, a eleição é igual - com urnas eletrônicas, mesários e lista de eleitores.

No dia 5 de outubro, 354.184 eleitores brasileiros que vivem fora do país em 168 cidades de 92 países poderão votar para eleger os novos presidente e vice-presidente da República, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

As duas urnas eletrônicas usadas nas sessões 880 e 463 de Wellington chegaram de Brasília no último dia 26. O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, responsável pelo processo eleitoral no exterior, lacra as urnas, que são colocadas em caixas também lacradas e acondicionadas nas chamadas malas diplomáticas (sacos de lona usados para transportar material oficial que são isentos de fiscalização alfandegária e não podem ser abertos durante o trajeto).

O processo funciona da seguinte forma: ao chegar, as urnas foram conferidas pelos vice-cônsules Saulo Lustosa e Regina Resende, cadastrados na Justiça eleitoral para fazer a checagem. Os dois funcionários da embaixada tinham a responsabilidade de verificar se os lacres estavam intactos e se as urnas estavam em ordem.

Quando for encerrada a votação, às 17h de domingo no horário local, os dados serão repassados online ao TRE-DF, que fará a apuração, e as urnas serão novamente lacradas e mandadas de volta a Brasília.

Para o embaixador Eduardo Gradilone, o maior desafio na Nova Zelândia vem sendo aumentar o número de votantes. A embaixada estima que entre 6 mil e 7 mil brasileiros morem no país.

"Desse total, aproximadamente 40% residem em Auckland (maior cidade neozelandesa, a 492 km da capital), onde não há representação diplomática, então muitos deixam de vir e depois justificam", afirma Gradilone.

Ele ressalta, no entanto, que o número de eleitores tem crescido. "Mas ainda não temos aquele número expressivo de brasileiros que vemos votar em Lisboa, por exemplo, onde as filas para votar acabam virando uma grande confraternização. Quem sabe no futuro possamos ter uma representação diplomática em Auckland, o que com certeza atrairia mais eleitores."

Fonte: BBC Brasil


ELEIÇÕES 2014: TSE disponibiliza Simulador da Urna e eleitores podem treinar votação

30/09/2014

Com o objetivo de familiarizar os eleitores com o funcionamento das urnas eletrônicas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizou na internet o Simulador de Votação na Urna Eletrônica. A ferramenta permite que o eleitor treine a votação da mesma maneira como vai acontecer no dia do pleito, mas com candidatos fictícios.


Para acessar o sistema basta entrar no site do TSE, na aba “Eleições 2014”, e clicar em “Simulador de votação”. Lá o usuário deve escolher o tipo de eleição que deseja simular, por exemplo, se ele quer treinar para eleger representantes dos cinco cargos em disputa ou optar pela simulação em que o cidadão vota somente para presidente da República, como voto em trânsito ou no exterior. A outra opção é a votação específica para os eleitores do Distrito Federal, que deverão escolher 24 deputados distritais.


A ordem de votação é a mesma no dia da eleição. Vota-se primeiro para deputado estadual ou distrital, depois para deputado federal, senador, governador e presidente da República. Com o intuito de tornar a simulação mais didática, o TSE desenvolveu uma lista de candidatos e partidos fictícios (Partido dos Esportes, Partido dos Ritmos Musicais, Partido das Profissões, Partido das Festas Populares e Partido do Folclore). Ela fica no topo do simulador da urna eletrônica. Para navegar, é só usar as setas para a direita e para a esquerda na filipeta de candidatos no alto da página.

Votação

Ao selecionar o tipo de eleição que deseja simular, outra página abrirá e aparecerá uma urna eletrônica com as características semelhantes às da original. O internauta deve escolher o candidato e digitar, no teclado da urna, o número. Após isso, aparecerá o cargo para o qual o eleitor está votando, a foto do candidato, o nome e a sigla do partido. Se estiver tudo certo, é só apertar a tecla verde CONFIRMA.

O usuário também tem a opção de corrigir o voto. Para isso, deve apertar a tecla CORRIGE e repetir o procedimento. Existe ainda a opção de votar em branco, apertando a tecla BRANCO. Depois de finalizada a votação para todos os cargos, a urna emitirá um sinal sonoro prolongado e aparecerá na tela a palavra FIM. Após isso, ou a qualquer momento, o internauta poderá retornar à página inicial e reiniciar a votação (basta clicar no link “nova simulação”).

Devido a sua característica didática, caso o usuário realize um procedimento incorreto durante a votação, o simulador apresentará uma mensagem explicativa e a tela será bloqueada até que o usuário clique na mensagem apresentada.

Clique aqui e treine seu voto no Simulador de Votação na Urna Eletrônica.

Fonte: PB Agora



Eleições 2014: Com 898 eleitores, cidade de MT é menor colégio eleitoral do Brasil



30/09/2014

Com 898 eleitores, Araguainha, em Mato Grosso, é a cidade com o menor número de votantes do país, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município tem 1.000 habitantes, o que significa que quase 90% da população residente vota nas eleições.

Juntos, os dez menores colégios eleitorais do país têm pouco mais de 11 mil eleitores. No total, o Brasil tem 142,5 milhões de eleitores. Araguainha é seguida por Anhanguera, em Goiás, cujo eleitorado é de apenas 995 pessoas. Outras cidades de destaque são André da Rocha, no Rio Grande do Sul, com 1.001 eleitores, e Borá, em São Paulo, com 1.060.

Na outra ponta do ranking está São Paulo, com 8,8 milhões de eleitores - ou 74,3% da população residente. A cidade é seguida por Rio de Janeiro (4,8 milhões), Salvador (1,9 milhão), Belo Horizonte (1,9 milhão), Brasília (1,9 milhão) e Fortaleza (1,7 milhão).

Fonte: G1


Eleições 2014 terão o triplo de mesários voluntários

30/09/2014

As eleições que acontecerão no próximo domingo (5) terão a colaboração de 1,3 milhão de voluntários, de um total de 2,4 milhões de mesários que vão trabalhar, auxiliando os eleitores. O número de alistamentos espontâneos este ano é quase três vezes maior do que o das últimas eleições gerais, em 2010, quando 404,7 mil mesários trabalharam voluntariamente –o total era 2,1 milhões de pessoas.

O aumento no número de cidadãos dispostos a trabalhar espontaneamente nas eleições é resultado de um programa de incentivos da Justiça Eleitoral, que começou em 2004. Os voluntários puderam se inscrever nos cartórios eleitorais, ou preencheram cadastro nos sites dos tribunais regionais eleitorais ou do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Os cidadãos que estão em situação regular com a Justiça Eleitoral e têm nível superior tiveram preferência na seleção.

Eles não serão remunerados pelo serviço, mas poderão tirar dois dias de folga no trabalho para cada dia trabalhado nas eleições –independente de serem servidores públicos ou privados. Além disso, no dia do pleito os mesários recebem auxílio-alimentação, e o voluntariado poderá contar como critério de desempate em concursos públicos que incluírem essa possibilidade no edital.

Por outro lado, as pessoas que receberam a convocação pelo correio e não comparecerem às zonas de votação para trabalhar no próximo dia 5, poderão ser punidas com multas e até seis meses de prisão. Antes, contudo, elas terão 30 dias para apresentar justificativa à Justiça Eleitoral.

Os mesários são responsáveis por organizar a seção eleitoral, identificar os eleitores, autorizá-los a votar, operar a urna eletrônica, processar justificativas e conduzir os trabalhos de votação. Eles não podem usar camisetas, bótons ou qualquer identificação de partidos ou candidatos no dia da eleição.

Qualquer cidadão maior de idade pode ser convocado para mesário, mesmo não tendo se inscrito como voluntário. As exceções são os candidatos e seus parentes até segundo grau, membros de diretórios executivos de partidos políticos, pessoas que ocupam cargos em confiança no Poder Executivo e funcionários do serviço eleitoral.

Fonte: UOL


Eleições 2014: Segurança será reforçada para as eleições de domingo

Helicópteros vão sobrevoar a Região Metropolitana, enviando imagens em tempo 
real para o Centro Integrado de Comando e Controle
Foto:  Ernesto Carriço / Agência O Dia

30/09/2014

Região Metropolitana terá helicópteros, blindados e 10 mil policiais a mais nas ruas

Rio - O domingo da maior votação do país também terá um esquema de segurança à altura: somente a Região Metropolitana do Rio e a Baixada Fluminense terão 10,4 mil policiais militares a mais no patrulhamento ordinário, reforçando as ruas e locais de votação. O planejamento da corporação, que será finalizado hoje, contará ainda com tropas de elite, helicópteros, veículos blindados, motos e cães. 

O policiamento extra estará a postos a partir de sexta-feira até o fim da noite de domingo, após a apuração dos resultados do pleito. Os militares que vão apoiar o efetivo dos batalhões são recrutas e pessoal retirado dos serviços administrativos das unidades. Haverá PMs de prontidão nos arredores das 3.231 seções de votação no Rio, em Niterói, São Gonçalo e nas cidades da Baixada. Além desses pontos, policiais vão circular pelos bairros em motos e viaturas.

Os helicópteros também vão sobrevoar as regiões, enviando imagens em tempo real para o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Praça Onze, onde vai funcionar o quartel-general de toda a operação, com representantes da cúpula da Segurança Pública e do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). De lá também serão acionados, caso necessário, os veículos blindados da corporação. Uma parte do efetivo será destinada, ainda, a fazer a segurança de juízes e das urnas eleitorais.

Já as tropas de elite, como os batalhões de Operações Especiais (Bope), de Choque, Ações com Cães (BAC), de Vias Expressas (BPVE) e de Grandes Eventos (BPGE), serão responsáveis pela segurança das vias expressas, de comunidades não pacificadas e do Centro da cidade. Uma parte vai ficar de prontidão nos quartéis, para ser acionada em situações de emergência. 

Comunidades com UPP e orla vigiadas 

Apesar do compromisso cívico, a previsão de sol para o domingo também deve arrastar uma multidão de pessoas para as praias. Com isso, a Operação Verão da PM será mantida no dia da votação, com policiais reforçando vários pontos da orla.

A corporação ainda não definiu, no entanto, se vai alterar o número normal de agentes desta operação, em torno de 650 homens, por conta do reforço para a votação. Mas garante que haverá policiais nas areias e calçadões, patrulhando a pé e em quadriciclos, como nos últimos fins de semana de calor.

Já as 40 comunidades com Unidades de Polícia Pacificadoras (UPPs), que têm poucas seções eleitorais, vão receber reforço de efetivo das próprias unidades. O número também será fechado em reunião hoje. A única exceção neste esquema de segurança é o Complexo da Maré, que vai continuar com as tropas da Força de Pacificação e com os Fuzileiros Navais.

Fonte: O Dia


ELEIÇÕES 2014: ELEITORES POR ESTADO

05/09/2014

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quase 126 milhões de brasileiros estão aptos para votar nas eleições deste ano. Baseado nos dados fornecidos pelos tribunais regionais eleitorais, o TSE contabilizou um aumento de 9,25% em comparação com o eleitorado de 2002, que era de mais de 115 milhões de eleitores.

O estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do país, corresponde a 22,27% do total de eleitores. Em seguida, aparecem Minas Gerais, com 10,86%, e o Rio de Janeiro, com 8,65%. Os menores colégios eleitorais estão localizados na região Norte: Roraima, com 0,19%; Amapá, com 0,29%; e Acre, com 0,33%.

Nas eleições de outubro, 125.913.479 de brasileiros residentes no Brasil e em outros 93 países poderão votar. Os eleitores que moram fora do país só têm direito a escolher o presidente da República.

Veja a distribuição do eleitorado por estado:

Acre – 412.840

Alagoas – 1.859.487

Amapá – 360.614

Amazonas – 1.781.316

Bahia – 9.109.353

Ceará – 5.361.581

Distrito Federal – 1.655.050

Espírito Santo – 2.336.133

Goiás – 3.734.185

Maranhão – 3.920.608

Mato Grosso – 1.940.270

Mato Grosso do Sul – 1.561.181

Minas Gerais – 13.679.738

Pará – 4.157.735

Paraíba – 2.573.766

Paraná – 7.121.257

Pernambuco – 5.834.512

Piauí – 2.073.504

Rio de Janeiro – 10.891.293

Rio Grande do Norte – 2.101.144

Rio Grande do Sul – 7.750.583

Rondônia – 988.631

Roraima – 233.596

Santa Catarina – 4.168.495

Sergipe – 1.299.785

São Paulo – 28.037.734

Tocantins – 882.728

Eleitores registrados no exterior – 86.360

TOTAL – 125.913.479



Eduardo Campos morre em Santos após queda do avião em que viajava

O candidato Eduardo Campos no estúdio do G1 durante entrevista na 
última segunda (11) (Foto: Caio Kenji/G1)

14/08/2014

Jato caiu sobre casas em um bairro residencial da cidade, no litoral paulista.
Presidenciável do PSB tinha viajado para cumprir agenda de campanha.

O candidato a presidente do PSB, o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, morreu na manhã desta quarta-feira (13) após a queda do jato particular em que viajava em um bairro residencial em Santos, no litoral paulista. Ele tinha completado 49 anos no último domingo (veja fotos da trajetória do presidenciável).

Chovia no momento do acidente. A Aeronáutica informou em nota que o avião decolou do aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto de Guarujá (SP). "Quando se preparava para pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave", informou a nota (leia a íntegra da nota ao final desta reportagem).

Moradores disseram ter visto uma bola de fogo no céu. Os destroços atingiram residências do bairro. Seis vítimas do acidente que moravam na área onde caiu o avião foram para a Santa Casa de Santos, entre elas duas crianças, duas mulheres e uma idosa. Segundo o hospital, todos passam bem.

Campos tinha uma programação de campanha em Santos nesta quarta. De acordo com a assessoria do candidato, ele participaria às 8h, às 9h30 e às 14h30 de entrevistas a emissoras de televisão locais. Às 10h30, concederia uma entrevista coletiva às 12h30 participaria de um seminário sobre o Porto de Santos.

A bordo da aeronave (veja como foi a queda do avião), estavam sete pessoas, das quais cinco passageiros (entre eles Campos) e dois tripulantes. Veja a lista dos mortos:

- Eduardo Campos, candidado à Presidência
- Alexandre Severo e Silva, fotógrafo
- Carlos Augusto Leal Filho (Percol), assessor
- Geraldo Magela Barbosa da Cunha, piloto
- Marcos Martins, piloto
- Pedro Valadares Neto
- Marcelo de Oliveira Lyra

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o motivo do acidente. A PF enviou seis peritos para Santos a fim de trabalhar na apuração do caso. Aeronáutica e Polícia Civil também vão investigar.

O governador Geraldo Alckmin (PSDB) se deslocou para a cidade depois de tomar conhecimento da morte de Campos. "Estamos diante de uma tragédia que entristece todo o país. Quero em nome do povo de São Paulo trazer nossos sentimentos a todos os familiares das pessoas que perderam a vida nesse acidente", afirmou Alckmin.

Os principais adversários de Campos na campanha eleitoral, Dilma e Aécio Neves (PSDB), cancelaram os compromissos de campanha. Todos os comitês de Dilma suspenderam as atividades após a confirmação da morte. "Estou absolutamente perplexo", afirmou Aécio Neves no Rio Grande do Norte.

A presidente Dilma Rousseff decretou luto oficial de três dias. "Estivemos juntos, pela última vez, no enterro do nosso querido Ariano Suassuna. Conversamos como amigos. Sempre tivemos claro que nossas eventuais divergências políticas sempre seriam menores que o respeito mútuo característico de nossa convivência", afirmou a presidente em nota oficial. "O Brasil perde um dos seus mais talentosos políticos, que sempre lutou com idealismo por aquilo em que acreditava. A perda é irreparável e incompreensível", declarou Aécio Neves.

Nove anos antes, em 2005, no mesmo dia (13 de agosto), morreu o avô do presidenciável, Miguel Arrais, de quem Campos era herdeiro político.

Campos deixou o governo de Pernambuco em abril deste ano para concorrer à Presidência da República.
Segundo a mais recente pesquisa de intenção de voto do Ibope, divulgada no último dia 7, ele tinha 9% das intenções de voto, atrás de Dilma, com 38%, e Aécio, com 23%.

De acordo com a legislação eleitoral, o PSB poderá registrar em até dez dias outro candidato para substituir Eduardo Campos na disputa pela Presidência da República.

A morte de Eduardo Campos repercutiu de imediato no mundo político.

"Estamos muito chocados com tudo", afirmou o deputado federal Marcio França (PSB), presidente do diretório estadual do partido em São Paulo.

França afirmou que Campos estava acompanhado de integrantes da equipe da campanha, como jornalistas e fotógrafo. Ele relatou que a mulher de Campos e o filho não estavam no jato – eles voltaram para Pernambuco em um avião de carreira.

No perfil da Rede Sustentabilidade no Twitter, foi publicada a seguinte nota: "Todos estamos chocados com a morte de Eduardo Campos, em queda de avião hoje de manhã. Marina Silva segue agora para Santos (SP)".

A ex-senadora Marina Silva é a candidata a vice na chapa de Campos. Como o partido dela, a Rede Sustentabilidade, não conseguiu registro a tempo para concorrer na eleição deste ano, ela se filiou ao PSB. Ela poderá substituir Eduardo Campos como candidata ou permanecer como vice.

No Congresso, parlamentares falaram sobre o episódio. O deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG) disse que foi informado da queda da aeronave pelo deputado Márcio França (PSB).

"Estou atordoado. Parece que perdemos o Eduardo, uma liderança da nossa geração", declarou Delgado antes de saber da confirmação da morte.

Leia a íntegra da nota que a Aeronáutica divulgou sobre a queda do avião:

O Comando da Aeronáutica informa que nesta quarta-feira (13/08), por volta das 10h, uma aeronave Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, caiu na cidade de Santos, no litoral de São Paulo.

A aeronave decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto de Guarujá (SP). Quando se preparava para pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave.

A Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os fatores que possam ter contribuído para o acidente.
Brasília, 13 de agosto de 2014.

Brigadeiro do Ar Pedro Luís Farcic
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

Fonte: G1


Primeira prestação de contas já está disponível na página do TSE

07/08/2014

O link traz a prestação de contas de todos os candidatos

Já está disponível na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o link para consultar a primeira prestação de contas parcial dos partidos políticos e candidatos às Eleições 2014. Essa prestação deve conter a discriminação dos recursos em dinheiro ou estimáveis em dinheiro que foram arrecadados para financiamento da campanha eleitoral e também os gastos realizados até o momento, com o detalhamento dos doadores e fornecedores.

Além da prestação de contas dos candidatos à Presidência da República, o link traz as prestações de contas dos candidatos a governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital.

De acordo com a Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), a primeira parcial da prestação de contas deve ser entregue à Justiça Eleitoral entre os dias 28 de julho e 2 de agosto do ano da eleição. A segunda parcial deve ser entregue entre 28 de agosto e 2 de setembro. A divulgação ocorre nos dias 6 de agosto e 6 de setembro, respectivamente. A norma também prevê que a ausência de prestação de contas parcial caracteriza grave omissão de informação, que poderá repercutir na regularidade das contas finais.

Já a prestação de contas final deve ser entregue até o dia 4 de novembro, 30 dias após as eleições. Para os candidatos que concorrerem ao segundo turno, a prestação de contas referente aos dois turnos deverá ser entregue até o dia 25 de novembro.

Mais informações podem ser encontradas na Resolução nº 23.406, que trata da arrecadação e gastos de campanha.

Fonte: Rondonoticias


TRE do RN lança livros de bolso sobre as eleições 2014



07/08/2014

Série 'Legislação Eleitoral' é voltada para as eleições de 5 de outubro.
Obras já estão disponíveis na internet e também serão impressas.

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, por meio da Seção de Jurisprudência e Legislação, lançou publicações da série 'Legislação Eleitoral'. As obras são voltadas para as eleições 2014, já estão disponíveis na internet (clique AQUI) e também serão impressas.

No primeiro volume, segundo a assessoria de comunicação do TRE, consta as últimas atualizações na Legislação Eleitoral e Partidária, como as súmulas do STF e STJ referentes à matéria eleitoral; Resolução do TSE que dispõe sobre o Sistema de Informações de Contas Eleitorais e Partidárias (Sico) no âmbito da Justiça Eleitoral; Resolução TSE instituindo o Processo Judicial Eletrônico (PJE) da Justiça Eleitora, Resolução do TRE que dispõe sobre a necessidade de constituição de advogado nos processos de prestação de contas eleitorais e partidárias que tramitarem na circunscrição do TRE/RN, além de outras inovações.

O segundo volume, intitulado 'Dia das Eleições - Eleições 2014', é um guia para os eleitores sobre questões relativas a procedimentos eleitorais, como assuntos relacionados ao voto, justificativa eleitoral, juntas eleitorais, apuração das eleições, crimes eleitorais no dia da eleição, dentre outros.

Fonte: G1